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Abel Barros Baptista
doutorou-se em Estudos Portugueses, especialidade Literatura Brasileira,
na Universidade Nova de Lisboa. É actualmente Professor Auxiliar do
Departamento de Estudos Portugueses da Faculdade de Ciências Sociais e
Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Autor de inúmeros ensaios literários
(entre os quais: O Professor e o Cemitério. Rusga pelo «José Matias» de
Eça
de Queiroz Entendido como Percurso de Assassinatos Regulares, 1986.
Prémio
Revelação de Ensaio da Associação Portuguesa de Escritores; Auto
bibliografias. Solicitação do Livro na Ficção e na Ficção de Machado
de Assis, Lisboa, 1998. Grande Prémio de Ensaio Literário da APE/1998;
e A
Infelicidade pela Bibliografia, Coimbra, 2001), colaborador, como crítico,
cronista e articulista em jornais e revistas de Portugal e do Brasil
(Expresso; Público; "Folha de S. Paulo"; Ciberkiosk;
"Ler") é também
Director-adjunto da revista "Colóquio/Letras", publicada pela Fundação
Calouste Gulbenkian, desde 1997. É co-autor, com Luísa Costa Gomes, da
ficção O Defunto Elegante (Lisboa, 1996). Publicou na Cotovia Importa-se
de me emprestar o Barroco (em co-autoria com Gustavo Rubim) e Coligação
de Avulsos. Ensaios de Crítica Literária. Organizou e prefaciou, também
para os Livros Cotovia, Com licença poética, antologia de poesia
da brasileira Adélia Prado.
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