
Ibsen está de volta
Uma vez mais, os Livros Cotovia assinalam
o centenário da morte de Henrik Ibsen, dramaturgo norueguês
cuja obra suscitou os mais superlativos elogios a gente como James Joyce,
George Steiner, Rainer Maria Rilke, Henry James, E.M.Forster, W.H.Auden
e Bernard Shaw. Depois do lançamento de Vida
de Henrik Ibsen, de
Alberto Savinio, e da edição de Henrik Ibsen: Peças
Escolhidas I, os Livros Cotovia publicam, numa iniciativa conjunta com os Artistas
Unidos, Breves Textos Para a Liberdade.
O porquê de Breves Textos Para a Liberdade
Por ocasião do centenário
da morte de Ibsen (1906-2006), 19 escritores de 10 países diferentes
foram convidados pelo Det Åpne Teatre de Oslo a glosar a conhecida
frase de Ibsen, Para mim, a liberdade é a mais nobre e a principal
condição da vida, em peças curtas de duração
máxima de 15 minutos.
Assim nasceu o presente volume, incluído
na colecção Livrinhos de Teatro, que contém nove
peças originais dedicadas ao centenário da morte de Henrik
Ibsen e à importância da liberdade nos contextos culturais,
políticos e artísticos.
Autores: Arne Lygre, Gro Dahle,
Gyrid Axe Øvsteng, Jesper Halle, Jon Fosse, José Maria
Vieira Mendes, Marit Tusvik, Lisa C.B. Lie e Wetle Holtan.
Mais
informações
José Maria
Vieira Mendes
Publicou na Cotovia T1,
Se o Mundo Não Fosse Assim (Livrinho de teatro nº 6).
Traduziu Beckett, Duncan McLean, Jon
Fosse, Harold Pinter, Heiner Müller,
Fassbinder e Bertolt
Brecht.
As Revistas Artistas
Unidos nº1,
nº9 e nº10 contêm artigos e depoimentos do autor.
A Revista Artistas Unidos nº1 publicou Morrer.
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