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Da Velhice

ISBN:978-989-8231-03-1
Cícero
96 pp.

€4,00

tradução de Carlos Humberto Gomes    
     

MARCO TÚLIO CÍCERO nasceu em Arpino em 106 e morreu em Caieta em 43 a.C. Político, orador e homem de letras, pertencia a uma família da ordem equestre. Foi educado em Arpino e Roma e nesta cidade aprofundou os seus estudos jurídicos com os Cévolas. Na oratória teve Apolónio Molão como mestre. Seguiu a carreira das Honras (Cursus Honorum): questor na Sicília em 76, edil cursul em 69, pretor em 66, cônsul em 63. Exilado em 58, regressa à pátria no ano seguinte. Nomeado governador da Cilícia em 50-51, aí desempenha as suas funções como procônsul.
Toma o partido de Pompeu na guerra civil entre este e César. Depois da derrota daquele, é perdoado por César. Os Idos de Março reacendem em Cícero a esperança de salvar a República; apoia, então, os chefes da conjura responsável pelo
assassinato de César, Bruto e Cássio. É manifesta a sua oposição a Marco António contra quem pronuncia, à maneira de Demóstenes, as Filípicas. Morre em 43 a.C., vítima das proscrições decididas por Marco António e Octaviano.

A obra de Cícero que se supõe ser a mais antiga é o tratado De Inventione, que é datado de 84. Datam de 70 as célebres Verrinas (Actio Prima e Actio Secunda in Verrem) contra o corrupto governador da Sicília, Verres. Cícero torna-se o maior orador de Roma. As Catilinárias (In Catilinam Orationes) datam de 63, quando era cônsul — são quatro discursos pronunciados contra Lúcio Sérgio Catilina, um aristocrata falido que ameaçava a segurança da República. O seu discurso mais perfeito data de 52, o Pro Milone. As Filípicas, contra Marco António, datam de 44-43. Os tratados datam do período posterior ao exílio (58-57); Cato Maior De Senectute (Catão-O-Velho Da Velhice) de 44.


 
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