
Se
a língua é para
ele crucial, não se trata, para Graciliano, de criar (mais)
uma representação nacional, regional ou popular da língua:
nem simples abrasileiramento pela via do coloquialismo, seguindo a
prescrição modernista, nem imitação regionalista
da fala popular, antes um idioma agreste – construidamente agreste:
conciso e claro, magro e contundente.
Abel Barros
Baptista, "Prefácio", S. Bernardo |