A imagem da leitura
que emerge do exame destes poucos críticos contemporâneos não é simples.
Em todos eles se nota uma discrepância
entre as afirmações gerais
que produzem acerca da natureza da literatura (afirmações em que baseiam
oa seus métodos críticos) e os resultados concretos das suas interpretações.
As suas
descobertas acerca da estrutura dos textos contradizem a concepção geral
que
usam como modelo. Não só críticos não estão conscientes de tal discrepância
como parecem florescer à sua custa e dever os seus melhores pontos
de vista às suposições
que tais pontos de vista invalidam.