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“Que seria de Portugal sem Pessoa e sem Camões? Ou da Rússia sem Tolstói, Dostoiévski e Tchékhov? Ou da Irlanda sem Joyce e Beckett? A literatura melhora os países, mesmo quando é para contar suas derrotas e seus horrores – e sobretudo quando conta suas derrotas e seus horrores. Só por burrice um Estado não defende sua literatura. É uma questão de marketing, para não falar de coisas mais elevadas.”
 
Bernardo Carvalho em resenha a “Monodrama”, o mais recente livro de poesia de Carlito Azevedo - ver aqui
 

Bernardo Carvalho – escritor brasileiro que publica em Portugal nos Livros Cotovia.
Carlito Azevedo – poeta brasileiro que publica em Portugal igualmente nos Livros Cotovia.

 
 
 

A. M. PIRES CABRAL
galardoado
com o Prémio de Poesia Luís Miguel Nava 2009
pelo livro
As Têmporas da Cinza


 

13,00 €; 76 pp.

LIVROS COTOVIA, 2008

 A.M. Pires Cabral publicou também nos Livros Cotovia Douro − Pizzicato e Chula, que recebeu o Prémio D. Dinis - Fundação da Casa de Mateus 2005, e, em 2007, o romance O Cónego, igualmente galardoado com o prestigiado Grande Prémio de Literatura DST. O Cónego está publicado em Itália por La Nuova Frontiera com o título “Il Canonico”. O seu último livro de poesia é Arado, 2009.
 

Do mesmo autor nos LIVROS COTOVIA: 

Douro: Pizzicato e Chula  As Têmporas da Cinza; Arado O Cónego


 
 
 


TERESA VEIGA

GANHA O
PRÉMIO DE CONTO 'CAMILO CASTELO BRANCO'
COM O LIVRO
Uma aventura secreta do Marquês de Bradomín

Ficção, 14,00 €, 172 pp.

 

 

FREDERICO LOURENÇO
GANHA O
PRÉMIO DE ENSAIO DO P.E.N. CLUBE
COM O LIVRO
Novos Ensaios Helénicos e Alemães

Ensaio, 22€, 326 pp.


 
 
 
 

Os nossos autores, nos 20 anos da Cotovia, escreveram:

"um lugar português onde se junta exigência e ousadia, seriedade e imaginação, resistência e poder de fogo"
Jacinto Lucas Pires

"Os livros Cotovia, desde a sua opção por um grafismo sóbrio e reconhecível, sempre foram uma 'coisa estrangeira' em Portugal, e também por se terem mantido fiéis a uma linha de rumo de uma impressionante coerência, entre a literatura e o ensaio."
Osvaldo M. Silvestre

"Num mercado regido por grandes corporações, onde os editores vão sendo substituídos por administradores de empresas, a Cotovia é um baluarte do espírito de independência e de risco editorial imprescindíveis para a sobrevivência da literatura."
Bernardo Carvalho

"A Cotovia tem dado uma inestimável contribuição à divulgação da literatura brasileira, clássica e contemporânea em Portugal, motivo que justifica o imenso prestígio dos Livros Cotovia no Brasil."
Milton Hatoum

"Em relação aos autores brasileiros, a editora fugiu do óbvio e apresentou a Portugal, e até mesmo à Europa, uma literatura brasileira que segue pela trilha da diversidade, bem longe do lugar-comum tropical."
André Sant'Anna

"É em Portugal a editora do teatro e dos que no teatro amam os textos. Edita peças de gente nova, peças do reportório, obras completas, originais e traduções, revistas, tudo coisas que faltam e coisas difíceis de vender. É de facto a minha editora."
Luis Miguel Cintra

"A Cotovia é a editora em quem confio em absoluto, enquanto leitor e enquanto autor. Pela qualidade das edições, pelo cuidado das traduções, pela honestidade de quem nela trabalha, pela relação que tem com os autores, o espírito familiar, comunitário (é tão raro), pela teimosia e investimento na boa leitura, pela solidez do catálogo."
José Maria Vieira Mendes

"Um acto de resistência, um compromisso com a qualidade, um amor muito grande aos livros — por oposição a 'ao livro', esse singular objectal abstratizante na boca de tudo o que é mercantilista."
Daniel Jonas

"Aquilo que eu peço a um editor é sobretudo confiança, quero confiar. Mas que bom que é haver a Cotovia, poder confiar como leitor e, tantas vezes, perder-me nas escolhas que me chegam. Poder confiar enquanto autor, saber que querem o que escrevi, as coisas soltas que andam pela boca dos actores, teatro, peças..."
Jorge Silva Melo

"A Cotovia é uma editora que permanece, pelo seu catálogo, pelo rigor com que trata os seus autores e os seus textos, fora daquilo que é o mundo editorial português. Permanece fora daquilo que convencionamos hoje por literatura ou por edição, e com isso ensina-nos como se pode sobreviver sem beneplácito nem usura. Um dos grandes méritos é nunca ter confundido livros com literatura."
Luís Quintais


 
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